Acervo

ARQUIVO HISTÓRICO ULTRAMARINO (PORTUGAL)

O acervo do AHU constitui a memória de cinco séculos de Portugal e nele encontram-se documentos que tratam sobre assuntos variados da administração colonial, como: legislação para administração dos territórios; levantamentos geográficos, topográficos e outros, colonização, povoamento e concessão de terrenos; progresso científico; demarcação de fronteiras; defesa dos territórios; construção de obras públicas, religiosas e civis; exploração de recursos naturais e explorações agrícolas, expedições coloniais, explorações marítimas e terrestres e missões científicas; ensino e evangelização; saúde e saneamento; relações de guerra; relações diplomáticas e consulares; aspectos etnográficos com informações sobre diferentes territórios e seus naturais, seus usos e costumes. 

A coleção Arquivo Histórico Ultramarino do CEDOPE contém documentação relativa às posturas municipais dos Açores; recenseamentos populacionais de Angola e Moçambique e ofícios diversos. Os documentos foram incorporados ao acervo do CEDOPE através de doações feitas por professores e alunos da pós-graduação que realizaram pesquisas no AHU.

Datas: Séculos XVIII e XIX.

Dimensão e suporte: 20 microfilmes e 1 CD.

 

ARQUIVO NACIONAL DA TORRE DO TOMBO (PORTUGAL)

O Arquivo Nacional da Torre do Tombo custodia um universo diversificado de patrimônio arquivístico, incluindo documentos originais desde o século IX até aos dias de hoje, nos mais variados tipos de suporte. Entre os diversos fundos existentes, está o “Chancelaria Régia”, ao qual pertence a documentação aqui referida. Os dois livros dos quais o CEDOPE possui cópia digital fazem parte da Seção intitulada “Chancelaria de Dom José”.
As cópias digitais foram doadas ao CEDOPE pelo prof. Magnus Roberto de Mello Pereira. A coleção é constituída por dois livros, números 18 e 69, de registros gerais de mercês, expedidos pela Chancelaria de Dom José I. Os registros estão datados entre os anos de 1760 e 1769.

Datas: 1760-1769.

Dimensão e suporte: 2 CDs.

 

AUDIOVISUAL

Materiais audiovisuais diversos acumulados ao longo dos anos por professores do Departamento de História da Universidade Federal do Paraná, principalmente pela professora Altiva Pilatti Balhana, que ficaram arquivados no CEDOPE.

Nesta coleção encontram-se fotos, filmagens e gravações sobre os imigrantes no Paraná, entre eles das colônias de Carambeí, Castrolanda e Santa Cruz; entrevista com imigrantes; fita com canções africanas; fita com canções nazistas alemãs; slides das aquarelas de Jean-Baptiste Debret.

Dimensão e suporte: 200 slides, 10 fitas magnéticas, 3 rolos cinematográficos, 240 fotografias, 1 CD.

 

BENEDITO SANTOS DINIZ

Benedito Santos Diniz nasceu em 1853, filho de Apolinária Maria do Espírito Santo, ex-escrava, e Generoso de Paula Gomes, cujo pai, Francisco de Paula Gomes (1802-1857) foi, nas décadas de 1840 e 1850, um importante comerciante de tropas e articulador do movimento pela emancipação do Paraná. Mesmo pertencendo a um grupo racial com dificuldades de inserção na sociedade, Benedito Diniz teve acesso ao letramento e, em 1867, um ano depois de ter completado os primeiros anos de formação escolar, começou a trabalhar no Liceu, em Curitiba, como porteiro. Exerceu várias funções no funcionalismo público, mas desde muito cedo se dedicou à música, tocando flauta e violino. Com menos de 20 anos, já havia constituído uma banda, a “Vinte e Cinco de Março”, com a qual se apresentava em eventos públicos e privados da cidade de Curitiba. Mais tarde, passou a lecionar aulas particulares de música e a compor. Em 2019, um acervo com várias partituras e registros escritos por Benedito Diniz foi cedido ao CEDOPE por membros da família, para digitalização e disponibilização para pesquisa. Dos registros constam notificações de aulas particulares que ele ministrou a várias pessoas de Curitiba, anotações de eventos importantes (nascimentos, mortes, casamentos), receitas para curar vários males, notas sobre fatos ocorridos na cidade, além de eventos festivos em que trabalhou como músico. Entre as partituras, algumas foram utilizadas por ele para lecionar, outras são composições próprias, havendo também várias que foram escritas a partir da escuta de discos, em casa de conhecidos. O acervo, no conjunto, possibilita conhecer aspectos da história da música (o que se tocava, o que se ouvia naquele contexto), sobre espaços de encontros e sociabilidade na Curitiba do início do século XX e sobre a experiência de pessoas negras no contexto do pós-abolição. Atualmente pode ser consultado no CEDOPE [consulta temporariamente suspensa], mas oportunamente será disponibilizado no formato digital para pesquisa remota.

Dimensão e suporte: 81 cadernos com manuscritos diversos, 25 cadernos de partituras e 270 partituras soltas.

 

CÂMARAS MUNICIPAIS

As Câmaras Municipais, durante o período colonial, tinham como características básicas serem o mais baixo nível de foro de justiça e administração local. Eram compostas por vários oficiais (vereadores, juízes, almotacés, procuradores, entre outros) escolhidos entre os homens-bons da vila. No final do século XVIII, os vereadores começariam a se ocupar com frequência de questões como o abastecimento urbano e a regulamentação dos costumes.

Esta coleção é composta por documentação proveniente da Câmaras Municipais de Paranaguá (1648), Curitiba (1693) e Antonina (1797). Constam documentos referentes às vilas de Curitiba, Paranaguá, Antonina, Guaratuba, Rio de São Francisco, Iguape e Cananéia, entre eles avenças, despesas, tutelas de órfãos, lançamento de dízimos (imposto predial), atas de eleições, correições e aferições de almotacés, audiências do juiz ordinário e papéis avulsos (ofícios diversos).

Datas: 1721-1827.

Dimensão e suporte: 12 CDs

 

CIENTISTAS E VIAJANTES

Com o objetivo de observar, recolher e remeter amostras dos três reinos da natureza, viajantes com formação cientifica, segundo os parâmetros de ciência do século XVIII, produziram uma vasta documentação que contém descrições de doenças, plantas, animais, tratados de hidrografia, mapas astronômicos, geográficos, e descrições populacionais.

Esta coleção é composta de cartas oficiais e pessoais, ofícios, requerimentos, memórias, e manuais. Entre os autores estão Francisco José de Lacerda e Almeida, Antonio Pires da Silva Pontes, Alexandre Rodrigues Ferreira, José Bonifácio de Andrada e Silva e Domingos Vandelli. 

Os originais encontram-se dispersos por diversos acervos documentais, destacando-se os do Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro (IHGB) e Museu Bocage.

Parte deste acervo já foi publicado pela Editora da UFPR na coleção Ciência & Império, contando-se até o momento três títulos:

Data(s): 1750 a 1840.

Dimensão e suporte: 19 rolos de microfilmes, CDS e cópias impressas.

 

COLETORIAS DE RENDAS GERAIS

As Coletorias de Rendas Gerais foram criadas no período Regencial e extintas no início da República. Eram agências arrecadadoras locais, subordinadas às Tesourarias da Fazenda de cada província. Sua chefia cabia a um coletor, que era auxiliado por um escrivão e um agente, sendo este último o substituto do coletor quando necessário. O material desta coleção foi pesquisado pela professora Cecília Westphalen no Arquivo Público do Estado de São Paulo.

Todos os documentos referem-se à Coletoria de Paranaguá. São livros de barreira dos anos de 1840 a 1842, 1849 a 1851 e 1851 a 1854. Constam também a renda provincial dos anos financeiros de 1838 e 1839 e a receita do dízimo do mesmo período e também de parte do ano de 1840.

Datas-limite: 1838-1854.

Dimensão e suporte: Quatro rolos de microfilme.

 

COMISSÃO NACIONAL DE FOLCLORE

A Comissão Nacional de Folclore foi criada em 1947 por iniciativa de Renato de Almeida e por recomendação da UNESCO para salvar tradições em risco de extinção. Já realizou diversos congressos nacionais e seminários e funciona até hoje no mesmo lugar, no Palácio do Itamaraty.

Esta coleção contém relatórios, circulares de Edison Carneiro, portarias, regulamentos e diversos artigos, publicados pela Comissão e na ocasião do Congresso Internacional de Folclore.

Data(s): 16/08/1954 – 19/04/1970.

Dimensão e suporte: 2 caixas-arquivo ou 0,28 metros lineares de documentos textuais.

 

DIOGO BARBOSA MACHADO

Diogo Barbosa Machado nasceu em Lisboa, a 31 de março de 1682, falecendo na mesma cidade a 9 de agosto de 1772. Era o segundo filho do capitão João Barbosa Machado, e de sua mulher D. Catarina Barbosa, irmão de D. José Barbosa e de Inácio Barbosa Machado. Estudou com os padres da Congregação do Oratório, e em 1708 matriculou-se na Universidade de Coimbra, na faculdade de direito canônico, mas não prosseguiu por motivo de doença. A 4 de novembro de 1728 foi colado abade da igreja de Santo Adrião de Sever, por nomeação do marquês de Abrantes, D. Rodrigo Anes de Sá e Almeida. Quando foi fundada a Academia Real de História, Diogo Barbosa Machado foi incluído no número dos seus primeiros cinquenta sócios. Barbosa Machado colecionava livros, mapas e estampas e, dessa forma, conseguiu reunir uma livraria de alguns milhares de volumes. Entre eles estão livros raros, pertencentes à história de Portugal, e grande quantidade de opúsculos avulsos e notícias do mesmo gênero coligidas em mais de cem tomos de fólio pequeno. No ano de 1770, Barbosa Machado decidiu doar toda sua livraria para a reconstrução da Biblioteca Real, destruída pelo terremoto de 1755. No ano de 1810 as obras foram transportadas para o Brasil, logo após a vinda da família real, estando até hoje na Coleção de Obras Raras da Biblioteca Nacional.

O acervo reunido por Barbosa Machado é composto por opúsculos, notícias, sermões, cartas e periódicos referentes à História de Portugal e seus domínios entre os séculos XVI e XVIII.

Data(s): séculos XVI a XVIII.

Dimensão e suporte: 23 rolos de microfilme. (Caixa 01: rolos 1 a 15. Caixa 02: Rolos 16 a 23.). Estes microfilmes foram comprados da Biblioteca Nacional e doados ao acervo do CEDOPE pela professora Andréa Doré em março de 2009.

 

DIVERSOS

Optou-se por criar uma coleção intitulada “Diversos”, por existirem documentos bastante singulares no acervo do CEDOPE. Trata-se de documentação avulsa, com temas muito específicos. Parte deste material foi coletado pelas professoras Altiva Pilatti Balhana e Cecília Westphalen.

Entre os documentos que compõem esta coleção, encontram-se: cartas de imigrantes italianos; ofício enviado ao Desembargo do Paço informando sobre proibição de minerar em Paranaguá; ofício elaborado pelo governador de São Paulo no qual informa sobre sua atuação; documentos sobre Buenos Aires e a Colônia do Sacramento; livros de compra e venda de escravos de São José dos Pinhais; ofícios referentes às vilas de Paranaguá e Antonina.

Data(s): 1723-1882.

Dimensão e suporte: Oito rolos de microfilme.

 

DOCUMENTOS MILITARES

Parte significativa dos documentos pertencentes a esta coleção são listas nominativas de habitantes. Este tipo de registro fez parte da política colonial do século XVIII e começou a ser produzido na América Portuguesa a partir de 1765, integrando um projeto da Coroa lusa que tinha como intuito conhecer de modo mais detalhado a população espalhada pelo território luso-americano. Estes censos eram produzidos pelos representantes militares de cada localidade e, embora devessem incluir a população como um todo, as primeiras listagens realizadas davam ênfase aos homens de cada localidade, refletindo assim interesses militares. Durante os primeiros anos de realização destes recenseamentos não foi respeitado um padrão na produção das listas e mapas de habitantes, sendo a boa vontade do recenseador o que ditava a qualidade do texto e a qualidade das informações. A partir de 1797, através de uma Ordem Régia que estabelecia novos padrões censitários, dando-lhes maior uniformidade e precisão, as listas nominativas passaram a incluir todos os habitantes na contagem. Além disso, as atividades produtivas exercidas pelos indivíduos da localidade recenseada também passaram a aparecer.

Além das listas nominativas, as companhias militares produziram outra sorte de documentação, como ofícios e matrículas, que compõem o restante da documentação. Por este motivo, a coleção está dividida em duas seções: Listas Nominativas e Ofícios Diversos.

A coleção é composta por ofícios diversos trocados entre as Companhias Militares, juízes ordinários e ouvidores e outros interessados com o governo da capitania de São Paulo. Entre os documentos estão ofícios e requerimentos, processos judiciais, como autos de justificação, relatórios e diversos ofícios sobre a Real Expedição e Conquista de Guarapuava, mapas de entrada e saída do porto de Paranaguá, listas de soldados, mapas e matrículas referentes às Companhias e Regimentos. A série Ofícios Diversos é composta por documentos pertencentes ao acervo do Arquivo Público de São Paulo, que estão digitalizados em CDs, e por dois microfilmes, um deles pertencente ao acervo da Biblioteca Municipal do Porto. A série Listas Nominativas é composta por documentos datados entre os anos de 1765 e 1846, que estão em suportes diversos, como fotos impressas, microfilmes, cópias em papel e imagens digitalizadas. Constam listas nominativas e mapas populacionais referentes a vilas e freguesias como Curitiba, São José dos Pinhais, Guaratuba, Castro, Campo Largo, Antonina e Paranaguá.

Data(s): 1721- 1847.

Dimensão e suporte: 22 CDs, 52 microfilmes, 136 pastas com cópias em papel, fotos impressas.

 

JUDICIÁRIO

A Coleção Judiciário é composta de documentos judiciais incorporados ao acervo do CEDOPE através de cópias digitalizadas. A grande maioria é advinda do Fórum Cível da Lapa, que tem sob sua guarda documentos judiciais que passaram por diversas instâncias, tais como juízo municipal, juízo de direito, juízo ordinário e delegacias. Consta ainda uma cópia digital do processo do Contestado, que tramitou no Supremo Tribunal Federal. Optou-se por criar uma coleção para esse conjunto por se tratar de uma documentação esparsa, não sendo viável a definição de fundos específicos para cada documento. Sendo assim, foram agrupados em uma grande coleção intitulada “Judiciário”, mesmo sabendo que a administração judiciária passou por transformações ao longo do período abrangido pela documentação.

A coleção é composta por cento e quarenta e dois processos cíveis e criminais, tais como inventários, justificações, embargos, habilitação de herdeiros, emancipação, devassas, apelações, mandado de prisão e sequestro. Consta ainda o processo referente ao Contestado, em que é autor o Estado de Santa Catarina e réu o Estado do Paraná, que foi julgado em julho de 1904.

Data(s) limite: 1745-1905.

Dimensão e suporte: 5 CDs.

 

PRIMEIRO TABELIONATO DE CURITIBA – GIOVANETTI

O 1º Tabelionato de Notas da vila de Curitiba foi criado no final do século XVII e abrangia toda a região da vila e os sertões adjacentes, da Serra do Mar ao sentido oeste. No início do século XIX incluiu também as vilas de Castro e Nova do Príncipe (Lapa). Atualmente é denominado 1º Tabelionato Giovanetti.

Nos livros do Tabelionato estão registradas dívidas, hipotecas, alforrias, compras e vendas, doações, procurações, perdões, créditos, recibos, dádivas, obrigações, declarações, cartas, baixas, dotes, sociedades, destratos, letras, ressalvas, registros de terras, petições, papéis e escrituras diversas.

Data(s): 1712-1827.

Dimensão e suporte: 38 CDs. Os livros 1 e 28 e seus respectivos CDs não existem.

 

REGISTROS ECLESIÁSTICOS

A administração da Igreja Católica apresentou ao longo do tempo diversas formas de organização. As principais divisões que existiram desde o período colonial brasileiro foram os bispados e, subordinadas a eles, as freguesias e paróquias. Os primeiros, sob a autoridade de um bispo, eram responsáveis pela administração geral da igreja e da justiça eclesiástica. As demais dividiam o território dos bispados em circunscrições menores, ligadas a um pároco ou vigário, estando mais próximas aos fiéis. Uma de suas principais atribuições consistia na administração dos sacramentos e acompanhamento espiritual da comunidade.
Estas instituições produziram diversos tipos de registros documentais que compõem o acervo do CEDOPE. Pelos párocos e vigários, destacam-se os registros nos quais constam informações relativas aos batizados, casamentos e óbitos de uma determinada localidade. Desde a colonização lusitana até a metade do século XIX, os registros feitos pela Igreja Católica são os principais registros seriados disponíveis sobre a população. A partir de 1707, passaram a ser regidos pelas Constituições Primeiras do Arcebispado da Bahia, que definiam quais informações deviam constar em cada tipo de assento, embora possam apresentar variações locais.

Entre a documentação produzida pelos bispados, os processos compõem parte substancial do acervo, versando sobre vários aspectos da vida religiosa e cotidiana das pessoas. As tipologias mais comuns são os pedidos de dispensas matrimoniais – licenças obtidas pelos noivos antes do casamento quando há alguma forma de impedimento – e os autos crimes.

Esta coleção é composta por: livros de batismo, casamento e óbitos; autos crimes; dispensas matrimoniais; documentos diversos sobre vigários e conventos (cartas, ofícios etc.); rol de desobriga; livros de não alienados e obediência; receitas e despesas; relações de igrejas, capelas, aldeamentos e freguesias do bispado de São Paulo; testamentos, ordens do Bispo, juramentos, certidões de missa e registros de audiências, livros tombo e livros de matrícula de ordenados. Estes documentos referem-se ao bispado de São Paulo e em sua maioria a paróquias e freguesias que hoje pertencem ao território paranaense.

Datas limite: Séculos XVII a XX.

Dimensão e suporte: Fotos digitalizadas e rolos de microfilme.

 

RELATÓRIOS DE GOVERNO

Optou-se por criar uma coleção para esses relatórios porque, apesar de serem publicações com cópias em várias instituições – notadamente no Arquivo Público do Estado do Paraná -, alguns contêm assinaturas e anotações de Francisco Negrão e Sebastião Paraná, figuras importantes para a história do Paraná. Além disso, em um relatório de 1854 existe um documento original a ele anexado.

Esta coleção compõe-se de relatórios enviados pelos presidentes da Província do Paraná à Assembléia Legislativa Provincial, referentes aos anos de 1854, 1859-63, 1861, 1863-66, 1867-71, 1872-77, 1878-82, 1879, 1880, 1883 e 1886.  Há ainda relatórios do período republicano, enviados por diversos secretários aos governadores do Estado do Paraná, dos anos de 1896, 1900, 1901, 1904, 1907, 1911 e 1918. Em um relatório de 1854 há um documento original de demarcação de limites entre os municípios de Palmeira e Campo Largo.

Data(s): 1854-1918.

Dimensão e suporte: 17 livros e duas pastas ou 0,40 metros lineares.