1965 – Programa Nacional de Pesquisas Arqueológicas (PRONAPA), implantado em trechos selecionados nos vales dos rios Paranapanema, Tibagi, Ivaí, Iguaçu e Paraná, nos Estados do Paraná, São Paulo, Santa  Catarina e Mato Grosso. Foi financiado pelo Smithsonian Institution, de Washington D.C. e Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);

1965 – Programa de Salvamento Arqueológico no rio Itararé implantado nas áreas dos rios Itararé e Paranapanema, influenciados  pela UHE Xavantes, nos Estados de São Paulo e Paraná e financiados pela Diretoria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (DPHAN) e Centro de Ensino e Pesquisas Arqueológicas (CEPA/UFPR);

1974 – Projeto Arqueológico Itaipu, implantado nas  áreas do rio Paraná influenciadas pela UHE Itaipu, nos Estados do Paraná e Mato Grosso e financiado pela Empresa Itaipu Binacional;

1979 – Projeto Arqueológico Santiago,  implantado nas áreas do rio Iguaçu influenciadas pela UHE Salto Santiago, no Estado do Paraná  e financiado pela Centrais  Elétricas do Sul do Brasil S.A (ELETROSUL);

1979 – Projeto Arqueológico Foz do Areia, implantado nas áreas do rio Iguaçu influenciadas pela UHE Foz do Areia, no Estado do Paraná e financiado pela Companhia Paranaense de  Energia (COPEL);

1985 – Projeto Arqueológico Vilinha, implantado na área do Parque Histórico de Curitiba, ao lado do rio Atuba e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq);

1985 – Projeto Arqueológico Passaúna, implantado nas áreas paranaenses influenciadas pela Barragem e Reservatório de água do rio Passaúna, da Companhia de Saneamento do Paraná (SANEPAR). Foi financiada pelas Centrais Elétricas do Sul do Brasil  S.A., Secretaria do Interior do Estado do Paraná e Superintendência de Recursos Hídricos do Estado do Paraná (SUREHMA);

1986/1987 – Constatação de Patrimônio Arqueológico no Município paranaense de Guaíra, em área destinada à construção de marinas, por solicitação da Empresa Itaipu Binacional;

1987 – Relatório de Impacto sobre o Patrimônio Arqueológico existente na área afetada pela construção da Usina Hidrelétrica Segredo, por solicitação da Companhia Paranaense de Energia (COPEL);

1989 – EIA/RIMA sobre o Patrimônio Arqueológico situado nas áreas afetadas pela UHE Taquaruçu, por solicitação da Companhia Energética de São Paulo (CESP);

1989/1990 – Relatório de Impacto Ambiental sobre o Patrimônio Arqueológico e Histórico  existente nas áreas afetadas do rio Paraná  pela UHE Ilha Grande, nos Estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, por solicitação das Centrais Elétricas do Sul do Brasil S.A. (ELETROSUL);

1991 – Estudo de Impacto Ambiental sobre o Patrimônio  Arqueológico existente nas áreas afetadas pela construção  da  BR 156: Trecho  Rio Preto  –  Laranjal do Jari (Amapá), por solicitação da Empresa STCP ENGENHARIA LTDA.;

1991 – Estudo de Impacto Ambiental para a Empresa STCP ENGENHARIA LTDA., sobre o Patrimônio Arqueológico existente na Área  Felipe 2, Gleba Gavião, situada no Estado do Amapá  e, pretendida para reflorestamento pela Companhia Florestal Monte Dourado;

1992 – Relatório de Impacto sobre o Patrimônio Arqueológico situado nas áreas direta e indiretamente afetadas pela construção da Rodovia EAP 070: Trecho Santa Luzia do Pacuí – Foz do rio Gurijuba  (Amapá), para a Empresa STCP ENGENHARIA LTDA;

1992 – EIA/RIMA sobre o Patrimônio Arqueológico situado na área afetada pela UHE Porto Primavera, para a Companhia Energética de São Paulo (CESP);

1993 – Relatório de Impacto Ambiental sobre o  Patrimônio Arqueológico e Paleontológico existente na área afetada pela construção da Usina Hidrelétrica Salto Caxias, por solicitação da Companhia Paranaense de Energia (COPEL) e do Consórcio Intertechne, Leme Engenharia, Esteio e Engevix;

1994/1998 – Projeto Arqueológico Tijuco Alto (PR e SP), financiado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA);

1996 – Relatório de Impacto Ambiental sobre o Patrimônio Arqueológico situado nas áreas amapaenses pertencentes à empresa Chamflora Agroflorestal Ltda.;

1996 – Relatório sobre a Etno-História da área pertencente  ao Complexo Jari, por solicitação da Empresa Leme Engenharia Ltda.;

1997 – Elaboração do Relatório de Impacto Ambiental sobre o patrimônio arqueológico relativo à área da  Montadora de Automóveis Chrysler do Brasil, por solicitação da Engenharia, Consultoria e Planejamento Ambiental Ltda. (ECP);

1997/1998 – Plano de Manejo do Parque Nacional do Iguaçu (IBAMA);

1998/1999 – Plano de Manejo das Ruínas de Ciudad Real del Guayrá (Prefeitura Municipal de Terra Roxa – PR);

1999 – EIA/RIMA sobre o Patrimônio Arqueológico situado na área destinada à ampliação do Aeroporto Internacional Afonso Pena, para a Empresa STCP ENGENHARIA LTDA;

2000 – Plano Básico Ambiental (PBA) da UHE Ourinhos, por solicitação da Empresa ARBOR;

2001 – Constatação de Patrimônio Arqueológico na área do Atracadouro e de sua via de acesso, do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA) – Maranhão, para a Empresa STCP ENGENHARIA LTDA;

2001 – Levantamento e Zoneamento Arqueológico do Caminho do Itupava. Serra do Mar, por solicitação da Empresa Engemin Engenharia e Geologia Ltda.

2002 – Constatação de Patrimônio Arqueológico na área de implantação do Aterro Sanitário da Região Metropolitana de Curitiba, no Município de Mandirituba, através do Contrato entre CEPA/Baccarim Consultoria Ambiental;

2002 – Consultoria Arqueológica para as obras de restauro e revitalização do Caminho da Graciosa (PR), através do Contrato entre ParanáCidade/CEPA;

2003 – Projeto de Salvamento Arqueológico no espaço do Cenáculo dos Adoradores – Igreja da Ordem, no Município de Curitiba (PR), através do Contrato entre Curia Metropolitana de Curitiba/CEPA;

2005 – Projeto de Salvamento Arqueológico no espaço do Centro Juvenil de Artes Plásticas. Curitiba – PR, através do Contrato entre Secretaria de Estado da Cultura – SEEC/CEPA.